Prefeitura vai criar 44 cargos na Secretaria de
Assistência Social

Texto: Wellington Serrano
A Prefeitura encaminhou para a Câmara de Vereadores o projeto de lei que vai ampliar a estrutura de cargos e salários da Secretaria Municipal de Assistência Social, através de mensagem que chegou na noite de ontem a mesa diretora. A mudança pontual deve ser aprovada em caráter de urgência e em março pode acontecer o concurso público para contratação de 30 assistentes sociais e 14 psicólogos, ambos com o salário de R$ 1.361,91.
Conforme o projeto de lei, os profissionais que vão atuar no quadro permanente da Prefeitura serão distribuídos na rede municipal de Assistência Social Saúde que “apresenta-se visivelmente defasada para o exercício pleno de suas atividades, formulando e acompanhando as políticas públicas de atendimento à infância, à adolescência e ao idoso, além de voltar sua atuação até mesmo para as pessoas em situação de rua”, diz o texto.
Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, no capítulo referente à Despesa Pública, a criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento de despesas, a Prefeitura mandou, acompanhado do projeto de lei, a estimativa do impacto orçamentário-financeiro, que será de aproximadamente R$ 3 milhões, até 2014.
Novo impasse no PT
Na noite de ontem, a Executiva municipal do PT, encaminhou e apresentou decisão de excluir o ponto de votação dos filiados, na quadra da escola de samba Unidos da Região Oceânica, na Estrada Francisco da Cruz Nunes, nº 210, no Cafubá, o que causou muita indignação ao grupo do candidato Francisco D’Ángelo. O parlamentar entrou, ontem mesmo, com recurso junto aos diretórios estadual e nacional, pedindo que seja respeitado a determinação efetivada no último acordo.
Segundo o vereador Vitor Júnior, “a manobra é mais um golpe do grupo de Rodrigo Neves” com o objetivo de dificultar a vida dos mais de mil filiados da legenda que votam na região. “Tendo em vista que a maioria dos votos é da Chapa 2 o que dificultaria a pré-candidatura de D’Ángelo”, afirmou o parlamentar.
“O grupo ligado a Neves está descumprindo a determinação da nacional do PT que esteve representada aqui pelo secretário Nacional de Organização do PT, Paulo Fratesch”, lamentou Júnior.
O comportamento surpreendeu o vereador Waldeck Carneiro, principal articulador do grupo de Rodrigo Neves, que disse estar espantado com esta questão. “O PT em mais de uma oportunidade fez previas em um só lugar. Em 2008, foi no Canto do Rio e já tivemos ainda encontros no Liceu Nilo Peçanha. O grupo de Chico D’Ángelo tem que se preocupar mesmo é com a sua campanha, pois será muito difícil para ele implantar o sentimento nos filiados de que ele é uma opção de mudança”, ressaltou Waldeck.
Conforme o projeto de lei, os profissionais que vão atuar no quadro permanente da Prefeitura serão distribuídos na rede municipal de Assistência Social Saúde que “apresenta-se visivelmente defasada para o exercício pleno de suas atividades, formulando e acompanhando as políticas públicas de atendimento à infância, à adolescência e ao idoso, além de voltar sua atuação até mesmo para as pessoas em situação de rua”, diz o texto.
Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, no capítulo referente à Despesa Pública, a criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete aumento de despesas, a Prefeitura mandou, acompanhado do projeto de lei, a estimativa do impacto orçamentário-financeiro, que será de aproximadamente R$ 3 milhões, até 2014.
Novo impasse no PT
Na noite de ontem, a Executiva municipal do PT, encaminhou e apresentou decisão de excluir o ponto de votação dos filiados, na quadra da escola de samba Unidos da Região Oceânica, na Estrada Francisco da Cruz Nunes, nº 210, no Cafubá, o que causou muita indignação ao grupo do candidato Francisco D’Ángelo. O parlamentar entrou, ontem mesmo, com recurso junto aos diretórios estadual e nacional, pedindo que seja respeitado a determinação efetivada no último acordo.
Segundo o vereador Vitor Júnior, “a manobra é mais um golpe do grupo de Rodrigo Neves” com o objetivo de dificultar a vida dos mais de mil filiados da legenda que votam na região. “Tendo em vista que a maioria dos votos é da Chapa 2 o que dificultaria a pré-candidatura de D’Ángelo”, afirmou o parlamentar.
“O grupo ligado a Neves está descumprindo a determinação da nacional do PT que esteve representada aqui pelo secretário Nacional de Organização do PT, Paulo Fratesch”, lamentou Júnior.
O comportamento surpreendeu o vereador Waldeck Carneiro, principal articulador do grupo de Rodrigo Neves, que disse estar espantado com esta questão. “O PT em mais de uma oportunidade fez previas em um só lugar. Em 2008, foi no Canto do Rio e já tivemos ainda encontros no Liceu Nilo Peçanha. O grupo de Chico D’Ángelo tem que se preocupar mesmo é com a sua campanha, pois será muito difícil para ele implantar o sentimento nos filiados de que ele é uma opção de mudança”, ressaltou Waldeck.
REPRODUÇÃO DO JORNAL A TRIBUNA RJ
Fonte: A Tribuna RJ
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