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quinta-feira, janeiro 26, 2012


Enxame é retirado de edificação em prédio na Região Oceânica de Niterói


Apicultor remove a colmeia, que cresceu em prédio. Foto: Alessandro Guimarães  Colméia precisou ser retirada no fim da noite de quinta-feira em Itaipu para não provocar maiores danos a moradores do bairro da Região Oceânica. Cerca de 30 mil abelhas viviam ali. Foto: Alessandro Guimarães
                                                       Fotos: Alessandro Guimarães


De acordo com apicultor que trabalhou na retirada dos insetos, pelo menos 30 mil abelhas representavam risco para moradores de via em Itaipu. Problema surgiu há cerca de dois meses


Uma grande colméia de abelhas formada há cerca de dois meses na edificação de um prédio em Itaipu tem causado dor de cabeça aos moradores da Rua Manoel Pacheco de Carvalho.
Os insetos, da espécie africana se juntaram em uma morada que reúne pelo menos 30 mil abelhas, segundo o apicultor Renato Augusto Queiroz de Almeida, de 52 anos.
De acordo com ele, a colméia necessitava ser retirada, pois poderia picar os moradores da rua. Foi ele mesmo quem fez o trabalho de coleta dos insetos.
Criador de abelhas há mais de 20 anos, Renato, explica que o processo para a extração de uma colméia em local perigoso para a população começa com um fumacê de folhas de eucalipto, que acalma os insetos. Em seguida as abelhas começam a comer o próprio mel e seus ferrões passam a não representar mais risco em uma possível picada. Todo o processo leva cerca de uma hora.
Situação do tipo pode ser provocada pelo ser humano- Segundo a bióloga do Instituto Baía de Guanabara, Beatriz Paes Leme, a culpa de fenômenos como esses, quando animais migram do habitat silvestre para os centros urbanos, é do próprio homem.


FONTE: O FLUMINENSE


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