Posto suspeito de irregularidades continua funcionando
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| Foto: Luiz Barros |
Após denúncias de irregularidades no abastecimento de carros pelo país, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis revogou, na quinta-feira (12), a autorização para exercício da atividade de revenda varejista de dois postos combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A penalidade foi aplicada a estabelecimentos localizados na Avenida Jansen de Melo, 417, Centro, bem como na Rua Salvatori, 675, no Rocha, em São Gonçalo. Os donos dos pontos comerciais poderão recorrer da medida, entretanto, apesar do embargo, o posto niteroiense funcionava normalmente até a tarde de sexta-feira (13).
Procurada, a ANP não respondeu as solicitações feitas pela reportagem sobre quais motivos levaram a revogação da permissão de revenda nos respectivos locais.
NOVO TIPO DE IRREGULARIDADE
Na última semana, técnicos credenciados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) realizaram um teste em postos de combustíveis do Rio de Janeiro. Na análise, os agentes constataram um novo tipo de fraude onde, o consumidor, ao encher um tanque de 50 litros, paga mas perde seis desses que são contabilizados irregularmente na bomba.
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) já se manifestou favorável a uma fiscalização mais rígida para coibir a práticas ilegais. “É um alerta para autoridades atuarem permanente, com inteligência”, disse Alísio Vaz, presidente da instituição.
Procurada, a ANP não respondeu as solicitações feitas pela reportagem sobre quais motivos levaram a revogação da permissão de revenda nos respectivos locais.
NOVO TIPO DE IRREGULARIDADE
Na última semana, técnicos credenciados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) realizaram um teste em postos de combustíveis do Rio de Janeiro. Na análise, os agentes constataram um novo tipo de fraude onde, o consumidor, ao encher um tanque de 50 litros, paga mas perde seis desses que são contabilizados irregularmente na bomba.
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) já se manifestou favorável a uma fiscalização mais rígida para coibir a práticas ilegais. “É um alerta para autoridades atuarem permanente, com inteligência”, disse Alísio Vaz, presidente da instituição.
Fonte: A tribuna RJ

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