Fumaça em prédio assusta Icaraí
Uma intensa fumaça que saia do edifício em construção Grandlife Icaraí, localizado na Avenida Marquês de Paraná, 349, em Icaraí, na tarde de sexta-feira, causou pânico em motoristas e pedestres. A forte neblina branca, que se instalou na via por volta das 16h, e durou cerca de uma hora, por pouco não provocou acidentes. Pessoas desesperadas pensando que o prédio estava em chamas ou desabando, freadas bruscas, veículos com alerta ligado e um grande congestionamento foram peças que compuseram o cenário de caos na avenida que liga Icaraí ao Centro.
O prédio terá um total de 375 apartamentos, 20 pavimentos e 3 blocos. No local, o responsável pela obra não foi encontrado para informar a causa da grande cortina de fumaça. Apenas um funcionário da dedetizadora Inset Rio, que presta serviço para a Cyrela Brazil Realty, empresa imobiliária responsável pela construção, se propôs a falar.
De acordo com o funcionário, a fumaça foi originada pelo serviço de dedetização que vai do subsolo até os primeiros andares.
Pedestres, com a mão no rosto ou tampando o nariz com a camisa, reclamavam da névoa que encobria a região.
“Passo todo o dia aqui, é um absurdo o que está acontecendo. Isso não dedetização, estão é limpando os andares e jogando cascalho de obra embaixo. Essa poeira agride a saúde das pessoas. E pior, pode causar uma batida no trânsito, causando uma tragédia ainda maior. Está faltando fiscalização”, disse o aposentado Otávio Almeida, 75 anos.
Outro pedestre também falou do seu descontentamento com a construção.
“Trabalho do lado da obra, no Hospital Universitário Antônio Pedro, e vi o material de entulho sendo jogado lá de cima até embaixo. Olha essa fumaça, não dá pra ver nada. É inadmissível isso acontecer e não acontecer nada” falou Rafael Rodrigues, 25, enfermeiro, que mora em Icaraí.
Procurados pela equipe do jornal A TRIBUNA, os responsáveis pela construtora Cyrela Brazil Realty e pela empresa dedetizadora Inset Rio não foram localizados.
O prédio terá um total de 375 apartamentos, 20 pavimentos e 3 blocos. No local, o responsável pela obra não foi encontrado para informar a causa da grande cortina de fumaça. Apenas um funcionário da dedetizadora Inset Rio, que presta serviço para a Cyrela Brazil Realty, empresa imobiliária responsável pela construção, se propôs a falar.
De acordo com o funcionário, a fumaça foi originada pelo serviço de dedetização que vai do subsolo até os primeiros andares.
Pedestres, com a mão no rosto ou tampando o nariz com a camisa, reclamavam da névoa que encobria a região.
“Passo todo o dia aqui, é um absurdo o que está acontecendo. Isso não dedetização, estão é limpando os andares e jogando cascalho de obra embaixo. Essa poeira agride a saúde das pessoas. E pior, pode causar uma batida no trânsito, causando uma tragédia ainda maior. Está faltando fiscalização”, disse o aposentado Otávio Almeida, 75 anos.
Outro pedestre também falou do seu descontentamento com a construção.
“Trabalho do lado da obra, no Hospital Universitário Antônio Pedro, e vi o material de entulho sendo jogado lá de cima até embaixo. Olha essa fumaça, não dá pra ver nada. É inadmissível isso acontecer e não acontecer nada” falou Rafael Rodrigues, 25, enfermeiro, que mora em Icaraí.
Procurados pela equipe do jornal A TRIBUNA, os responsáveis pela construtora Cyrela Brazil Realty e pela empresa dedetizadora Inset Rio não foram localizados.
Fonte: A tribuna
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